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8 de Março Dia Internacional da Mulher

2020-03-29

Enquanto existirem desigualdades, as mulheres marcham senão o mundo pára! Dia 8 de Março, ontem, hoje e amanhã, celebrar, comemorar, recordar outros tempos e preparar o futuro que não se avizinha igualitário para as mulheres.

Oficializado pela ONU em 1975, é celebrado como forma de reconhecer as conquistas sociais, politicas, culturais das mulheres e como oportunidade para continuarmos a reivindicar a igualdade de direitos.
Serve para refletirmos os comportamentos de homens e mulheres nas esferas profissionais e familiares. Para compreendermos a necessidade das transformações no modelo familiar, tradicionalmente assente numa construção social de papéis de género em função do sexo. Hoje ambos os elementos do casal têm uma atitude ativa face ao trabalho, garante de subsistência e imprescindível para a harmonia familiar e melhor qualidade de vida – as mulheres ainda são as principais responsáveis pela execução das tarefas domésticas e pela prestação de cuidados à família.
A UMAR-A em parceria com mais de 20 instituições/associações, levou para a rua a Marcha, integrada na MMM e na 5ª Ação Internacional 2020, sob o lema Resistimos para viver, Marchamos para transformar.
A concentração ocorreu nas Portas do Mar, Tentoriun, com cânticos e apelos para que tod@s viessem marchar. De forma compacta e de resistência subiram a rampa do vulgo Pesqueiro, dirigindo-se sob o passeio da Avenida Marginal o aglomerado d@s marchantes fizeram uma pausa diante das escadarias das Portas do Mar, conhecido pelo Porto dos Cruzeiros, apelando a um mundo verde, saudável, onde o ambiente possa «viver» em harmonia com a humanidade.
A caminho das Portas da Cidade, os/as marchantes sentiam de forma visível e sonora o apoio da população, ora enviando-nos palavras de apreço e ação, ora buzinando e fazendo acordos de apoio.
Chegados/as às Portas da Cidade a massa humana era bastante considerável. Organizaram-se em fila. Vedaram os olhos e ao som do batuque do tambor, em alto e bom som «revoltaram-se» contra «O Violador És Tu» ação performativa com disseminação mundial.
A mensagem fica, como diz o povo, «o barrete serve a quem o mete».
Percebendo que os/as espectadores/as ansiavam por participar na performance, literalmente deixou de haver espectadores/as e a Praça das Portas da Cidade foi um palco, um imenso palco de vontades cívicas e de civismo.
Ao som do batuque e desconhecendo a letra, tod@s puderam com a expressão corporal enviar a mensagem ao Mundo, ao país e aos Açores - nenhum direito a menos.
|| Maria José Raposo
Asas da Igualdade, Açoriano Oriental, 28 de Março 2020

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Asas da Igualdade

A partir daqui pode ver Nas Asas da Igualdade: edição mensal da Umar-Açores e publicação no Açoriano Oriental.
A página Nas Asas da Igualdade foi lançada pela UMAR-Açores, integrada no projeto com o mesmo nome, desenvolvido em 2007 Ano Europeu da Igualdade e prossegue desde então até aos nossos dias



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