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8 de Março em São Miguel: Feminismo prá frente

2020-03-19

Feminismo p'rá frente, machismo p'ra trás, um dos motes lançados desde o início da Ação, na Concentração, pelas 16 horas nas Portas do Mar onde vão chegando as pessoas... O entusisamo e  sorriso nos rostos, diferentes gerações talvez sobretudo jovens. Cartazetes lançam mensagens. As palavras de ordem e música na voz, nos animam. Subindo a rampa, a Marcha prossegue na Marginal, rumo às Portas da Cidade: 8 de Março, 2020, articulando a Greve Feminista Internacional e a Marcha Mundial das Mulheres.


Nas Portas do Mar, os cartazetes lançam mensagens construidas por diversas mãos, fortes e coloridas, as mensagens não deixam de conter a marca da simplicidade e da acutilância. Em círculo, a partir do lado do oceano, olhando umas para as outras, mar azul no horizonte, foram sendo lançadas as palavras des)ordem* e em jeito musical, um alerta se projetou logo no início da marcha: “Oh machão machão, q'ideia é a tua? Ai assédio não, ai assédio não, ai assédio não.” 
Esta Ação de rua, em São Miguel, celebrativa do Dia Internacional da Mulher, procura articular a Greve Feminista lançada pelo Movimento Feminista Internacional e a Marcha Mundial das Mulheres que lança a sua 5ª Ação Internacional, 2020 a qual prossegue até o mês de Outubro.*
O programa previa a Concentração, seguindo-se a Marcha na Marginal com destino às Portas da Cidade. Assim foi.
No final, já na Matriz (Portas da Cidade) esteve aconteceu a ação performativa “O violador és Tu” a qual se pode considerar um dos pontos altos, na qual um excelente grupo realiza a performance, ao qual se juntou mais pessoas convidadas tendo-se repetido a ação, desta feita mais alargada e abrangente. Finalmente e, ainda no largo das Portas da Cidade, um novo círculo, lançou os alertas na música e nas  palavras des)ordem. Encerrou-se a ação cerca das 18 horas, com uma das palavras: “A nossa luta é todo o dia, somos mulheres e não mercadorias”
Sim, a nossa luta é todos os dias, e continua, na denúncia e combate às discriminações, ao machismo. Lembrando o femicídio no país e no mundo, dizer que: O feminismo nunca matou ninguém, o machismo mata todos os dias!
|| Clarisse Canha 
UMAR-Açores
 
*Ver mais no Facebook: 
Rede 8 de março (Sobre a Greve Feminista) e,
Marcha Mundial Mulheres Açores e Marcha Mundial das Mulheres Portugal

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Asas da Igualdade

A partir daqui pode ver Nas Asas da Igualdade: edição mensal da Umar-Açores e publicação no Açoriano Oriental.
A página Nas Asas da Igualdade foi lançada pela UMAR-Açores, integrada no projeto com o mesmo nome, desenvolvido em 2007 Ano Europeu da Igualdade e prossegue desde então até aos nossos dias



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