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Resistimos para Viver, Marchamos para Transformar

2020-01-24

Em 2020 celebramos vinte anos da trajetória deste movimento internacional. Organizando a  5ª Ação Internacional, a Marcha Mundial de Mulheres desafia-se a repensar e reposicionar o movimento, no contexto do movimento feminista internacional, para enfrentar o avanço do conservadorismo, com o enfraquecimento do estado e da democracia no que a Marcha denomina a crise das crises. 


Um Boletim, elaborado no âmbito da preparação para a  5ª Ação Internacional, 2020, da Marcha Mundial de Mulheres, editado em Dezembro 2019, contem várias reflexões e informações, acerca deste movimento, podendo ser consultado em www.marchemondiale.org. No editorial, assinado por Graça Samo – Coordenadora so Secretariado Internacional, destacam-se algumas questões, a começar pela importância da comunicação que se considera crucial para a ligação deste movimento internacional, pelo que, a partir de Janeiro haverá publicações regulares, no sítio da Web e nos perfis internacionais da Marcha Mundial de Mulheres, estando também prevista a publicação de Boletins trimestrais, o próximo sairá no mês de Março.
 
Desafios e trajetórias
 
Em 2020 celebramos vinte anos da trajetória deste movimento internacional. Organizando a  5ª Ação Internacional, a Marcha Mundial de Mulheres desafia-se a repensar e reposicionar o movimento, no contexto do movimento feminista internacional, para enfrentar o avanço do conservadorismo, com o enfraquecimento do estado e da democracia no que a Marcha denomina "a crise das crises".
Chama-se a atenção para que, os fatores que impulsionaram o chamamento da ação há vinte anos atrás, são agora mais graves, a pobreza e a violência contra a mulher, adquiriram uma dimensão mais profunda e desumana. O conservadorismo apoderou-se de todas as esferas da sociedade.
 
Em marcha para transformar o mundo!
E para finalizar este editorial do Boletim da Marcha, publicado em Dezembro de 2019, afirma-se:
Com esta Ação, a Marcha Mundial de Mulheres pretende reafirmar o feminismo popular como modelo de organização, que nos permitirá ampliar os espaços e as vozes das mulheres, na sua diversidade, em marcha para transformar o mundo!
 
Trajetória nos Açores desde 2000
Nas trajetórias locais, aqui destacamos ação nos Açores, na linha da Marcha Mundial das Mulheres, nas diferentes etapas: 
-Em 2000, ano da Primeira Ação Internacional, contra a Pobreza e a Violência sobre as Mulheres, um Encontro em Março, em Ponta Delgada, junta oito dezenas de participantes, sobretudo mulheres das freguesias, onde se tinham realizado reuniões com mulheres sobre os objetivos da Marcha. 
-2005. Segunda Ação Internacional, atividades em diferentes ilhas dos Açores. Ano da "Carta das Mulheres para a Humanidade", foi a vez das cinco palavras, Igualdade, Justiça, Paz, Liberdade, Solidarieadade, ficarem lançadas num bonito Puzle, numa criação de mulheres, em Casa de Abrigo.
-Em 2010. Na Terceira Ação, aconteceu uma especial comparticipação da Região no movimento global da Marcha, associado e para além da ação a nível regional. 
-2015. Quarta Ação Internacional, foi a vez da Caravana Feminista Europeia, na qual os Açores marcam também presença,e, nas diversas ações locais emerge a denúncia do Femicídios, com a Instalação "E ela não voltou*.
Precedendo o 2015, aconteceu, em 2012, a Campanha Anti Austeritária debatendo com mulheres o impato da crise na vida das mulheres. Foi a vez de importantes Conversas com Mulheres em diferentes freguesias de São Miguel, marcando este movimento de cariz popular.
  
|| Clarisse Canha

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Asas da Igualdade

A partir daqui pode ver Nas Asas da Igualdade: edição mensal da Umar-Açores e publicação no Açoriano Oriental.
A página Nas Asas da Igualdade foi lançada pela UMAR-Açores, integrada no projeto com o mesmo nome, desenvolvido em 2007 Ano Europeu da Igualdade e prossegue desde então até aos nossos dias



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